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Agência Lusa

Ministro sublinha "contributo fundamental" de Ricardo Camacho para música

today 04 de julho de 2018

O músico e investigador Ricardo Camacho, que morreu hoje aos 64 anos, "deu um contributo fundamental à produção musical portuguesa", afirmou o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

"Ricardo Camacho deu um contributo fundamental à produção musical portuguesa, não só pelo seu percurso como músico dos Sétima Legião, mas também como produtor de outras formações e artistas de destaque no panorama nacional", lê-se no comunicado.

O investigador português Ricardo Camacho, músico da Sétima Legião, morreu hoje na Bélgica, onde vivia e trabalhava, na área da investigação científica no Rega Institute for Medical Research, em Leuven.

Nascido na Madeira em 1954, especialista em virologia clínica, Ricardo Camacho era para muitos o teclista da Sétima Legião, grupo formado na década de 1980 e da qual fez parte praticamente desde o início.

Como músico, a entrada na Sétima Legião deu-se através da produção. Ricardo Camacho integrava a Fundação Atlântica, fundada por nomes como Pedro Ayres Magalhães e Miguel Esteves Cardoso, e produziu para artistas como Anamar, Né Ladeiras, Ban, Xutos & Pontapés ou Manuela Moura Guedes, que deu voz às canções "Foram cardos foram prosas" e "Flor sonhada", por ele compostas.

Na investigação médica, Ricardo Camacho foi diretor do Laboratório de Virologia do Hospital Egas Moniz e fez investigação no Centro de Malária e outras Doenças Tropicais.

 Foi consultor da Comissão Nacional de Luta contra a SIDA, tendo participado ainda em vários estudos internacionais sobre esta doença, na qual se especializou.

Foi ainda professor na Escola Superior de Ciências da Saúde e na Faculdade de Ciências Médicas, ambas em Lisboa, e na Universidade Católica no Porto.
 

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