Be The Change

Cantor, compositor e pianista, Jarrod Lawson está em destaque esta semana a propósito do seu segundo álbum “Be the change”, lançado o ano passado.
As primeiras memórias de Jarrod com a música vêm de criança e do estúdio de gravação do seu pai, na Califórnia. Diz que os pais sabiam sempre onde encontrá-lo, bastava seguir o barulho. 

Aos 2 anos Jarrod encontrou a sua ligação com a bateria e criou nele uma sensibilidade rítmica, que pode ser testemunhada nos teclados hoje em dia. 
Aos 8 anos a família mudou-se para uma quinta em Portland, longe da cidade e de distrações. Foi aí que Jarrod explorou a coleção de discos do pai e encontrou os discos de Donny Hathaway e Stevie Wonder, os dois gigantes que inspiraram Jarrod como cantor e compositor.

Aos 13 anos encontrou um fascínio no piano e até teve aulas com o pai, mas Jarrod quis encontrar o seu som e a sua expressão artística. Para isso inspirou-se nos grandes mestres de Chopin a Chick Corea, Oscar Peterson a Pastorius, Errol Garner, Ravel, Paul Simon, Joni Mitchell, Bob Marley e, é claro, Donny Hathaway e Stevie Wonder.

Na faculdade, estudou música, fez parte de um coro e de um grupo de jazz. Foi construindo a sua reputação como artista ao longo dos concertos que foi dando na sua terra, abrindo espetáculos para uma série de artistas de R&B e jazz altamente conceituados, e até fez digressões internacionais. 

Em 2014 lançou o álbum de estreia com o seu nome, e o ano passado lançou o segundo trabalho “Be the Change”, onde canta e toca grande parte das canções.
O nome do álbum “Be the change” foi inspirado na frase de Gandhi: “Be the change you want to see in the world” (Sê a mudança que queres ver no mundo). Foi isso que Jarrod fez ao longo de onze canções. Ele quis falar ao coração das pessoas e levá-las a reflectir no mundo actual e no mundo que queremos para as gerações futuras. Demorou mais de cinco anos a construir este trabalho e conta até com canções escritas há mais tempo, e reflete a sua jornada pessoal de transformação. O voltar ao seu eu mais verdadeiro e autêntico, agradar a si próprio e estar confortável consigo.
Já tocou com grandes nomes da música, fez digressões internacionais e ganhou prémios, mas o melhor momento da sua carreira foi ter cantado e tocado numa festa de aniversário de Stevie Wonder, uma referência musical da sua infância.

Alinhamento: 

1-Be The Change
2-I'll Be Your RadioMoonchild
3-Battlefield
4-Love Isn't Always Enough
5-Universal Chord
6-Why Don't You Call Me Baby Anymore
7-Evalee
8-Connected
9-Embrace What We Are
10-Soul Symphony
11-How Long

 

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