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TEATRO / DANÇA

Partilhamos aqui algumas das sugestões culturais que falamos na emissão.

RAPUNZEL – TALVEZ MUSICAL (TEATRO)
O clássico dos irmãos Grimm chega-nos agora com sons e ritmos diferentes. Uma estória em Rap ou um Rap a contar a estória. Castigada por erro que os pais fizeram antes dela nascer, Rapunzel vivia num quarto de uma torre muito alta, apenas com uma janela virada para um bosque profundo.
Rapunzel passava os dias a pentear o seu lindo e longo cabelo loiro e a entrançá-lo para que a sua madrinha, uma velha muito velha com fama de bruxa má, pudesse subir pelas tranças até ao topo da torre e visitar Rapunzel. Mas um dia… à noite… enquanto ela cantava ao luar, um jovem príncipe, Louis de seu nome, que andava perdido da sua comitiva, ficou a ouvir Rapunzel e apaixonou-se pela sua doce voz.
Ambos começaram a conversar e Rapunzel contou a sua triste vida. O príncipe Louis, prometeu a si mesmo e à sua amada que havia de arranjar forma de subir aquela torre tão alta e pedir a mão de Rapunzel em casamento.
Uma produção Byfurcação para ver todos os domingos às 11h00 e às 16h00 de 17 de julho a 25 de setembro no Jardim Botânico Tropical em Belém.

UMA CASA DE BONECAS (TEATRO)
A encenação de João Brito de UMA CASA DE BONECAS, protagonizada por José Mata e Madalena Almeida está de regresso para uma temporada de Verão no Teatro Villaret de 28 de Julho a 17 de Setembro.
O elenco conta ainda com Diana Nicolau, Bruno Bernardo, Inês Ferreira da Silva e Luís Lobão.
UMA CASA DE BONECAS acompanha a relação do casal Helmer, principalmente a “viagem” interior que a mulher, Nora, percorre ao longo dos três actos e que a faz tomar consciência que a aparência da perfeição e da felicidade não são a perfeição e a felicidade. Peça feminista, psicológica, revolucionária, são muitos os adjetivos que a podem classificar, mas talvez a forma mais simples de a descrever seja aquela que o próprio autor usou, dizendo que a escreveu: «não como uma peça de propaganda, mas sim de verdades universais sobre a identidade humana». UMA CASA DE BONECAS foi escrita em 1879 pelo autor norueguês Henrik Ibsen, é uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno.
Quinta a Sábado às 21h. Bilhetes: 15€

'MEMORIAL DO CONVENTO' DANÇA
Um bailado em III actos, baseado na obra 'Memorial do Convento'
O coletivo Dança em Diálogos, em co-produção com o Cineteatro Louletano, o Teatro José Lúcio da Silva e a Casa das Artes, associando-se às comemorações oficiais do centenário do nascimento de José Saramago e com o apoio da Fundação José Saramago apresentou no dia 4 de junho, em estreia absoluta no Cine-teatro Louletano, um bailado em III actos, baseado na obra “Memorial do Convento”, unindo, desta forma, o universo literário às possibilidades da dança enquanto expressão narrativa que parte do corpo e do movimento. O projeto comporta ainda abordagem multidisciplinar recorrendo à imagem cinematográfica enquanto espaço narrativo paralelo.
O bailado terá uma abrangência nacional nas suas apresentações após a estreia:
Alcobaça (Cine-Teatro João D'Oliva Monteiro no âmbito do Festival Cistermúsica - data a designar em Julho)
Vila Nova de Famalicão (Casa das Artes dia 28 de Outubro)
Este bailado tem como equipa de criadores, Fernando Duarte e Solange Melo na Direção artística e coreografia, José António Tenente nos figurinos, Pedro Crisóstomo na cenografia, Pedro Castanheira na cinematografia e Martim Sousa Tavares na curadoria musical.

CORTES DE JÚPITER DE GIL VICENTE   - TEATRO
Garcia de Resende, testemunha presencial da representação das Cortes de Júpiter, avança com o dia 4 de agosto de 1521, domingo, como a data de apresentação da obra na corte de D. Manuel I.
Trata-se de uma tragicomédia idealizada para o casamento e partida da Infanta D. Beatriz para Sabóia, à razão do seu casamento com o duque daquela cidade.
Nesta obra vicentina, a última a ser apresentada ainda em vida de «o venturoso», que faleceria no mesmo ano, a Providência, incumbida por Deus, ordena a Júpiter, rei dos elementos, que faça concertar bons planetas e signos para a viagem ao longo do Atlântico, pelo estreito de Gibraltar e Mediterrâneo, até Sabóia.
O mar, os ventos, o Sol (Febo) e a Lua (Diana) são informados da empreitada.
Os diferentes elementos da Corte, que partiram num pomposo cortejo encabeçado pelo próprio Rei, seguido pela Rainha, o Príncipe e os Infantes, em direção à Sé e, de lá, para a casa da Rainha viúva, D. Leonor, para dela se despedirem, acompanham a frota de D. Beatriz até à foz do Tejo, nadando, metamorfoseados em peixes, umas vinte léguas, até ouvirem do mar alto o canto ameaçador de trinta mil sereias.
Perante a ameaça, Marte é chamado e recebe a ordem de proteger a esplendorosa armada de dezoito naus.
Como amigo e admirador dos feitos portugueses, Marte recita louvores entusiastas a Portugal. No fim, uma Moura encantada, evocada aos sons de um romance, traz e entrega à Duquesa de Sabóia prendas de condão: um anel, um dedal e um terçado.
28 e 29 Outubro - Cineteatro Louletano - Loulé

TEATRO: "40 E ENTÃO?" - ONLINE
40 e Então juntou Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique, uma década depois do sucesso de Confissões de Mulheres de 30. Com elas trouxeram histórias, muitas. Histórias comoventes, histórias divertidas, histórias de afectos, histórias novas, histórias antigas que os anos fazem viver de forma diferente. Histórias contadas por outras mulheres, com vivências diferentes, a quem a idade não assusta ou, se calhar, assusta e muito. Assita AQUI.

Sugestões Culturais

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