Livros de uso obrigatório

Livros de uso obrigatório

É o movimento de incentivo à leitura lançado pela FNAC

Tal como as máscaras que nos têm protegido nesta altura, há outras máscaras que nos protegem contra outros perigos invisíveis, como a falta de imaginação e de conhecimento: as máscaras literárias!
Os livros devem fazer parte do nosso dia-a-dia e a leitura é, também ela, vital, na medida em que tanto contribui para nos abrir os horizontes e estimular a criatividade e espírito crítico. 
Por isso mesmo, a FNAC lançou um desafio: junte-se ao movimento “Livros. Uso Obrigatório” e mostre-nos os livros que está a ler, os livros que vai ler a seguir, os livros que vai oferecer a alguém, os livros que quer que lhe ofereçam, os livros mais importantes da sua vida… 
Mostre-nos a sua máscara literária e partilhe as imagens nas redes sociais, tagando a FNAC Portugal e com as hashtags #bookmask e #usoobrigatório.
Esta missão de apoio à leitura, conta já com verdadeiros embaixadores culturais no nosso país como Ricardo Araújo Pereira, Ana Bacalhau, João Tordo, José Luís Peixoto, Rita Redshoes e muitos dos colaboradores FNAC Portugal. 

Descubra as sugestões de Livros de Uso Obrigatório FNAC para esta semana:

Lucky Luke Muda de Sela, de Mawil 
A história do herói que se vê montado num burro-de-ferro e que vai ter de se haver com bandidos sem escrúpulos, matarruanos desmiolados e nativos desconfiados. Segundo volume da colecção dedicada a homenagens ao cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra.


Os Rapazes de Nickel, de Colson Whitehead 
Vencedor do Pullizer Prize 2020, o autor regressa com a história de dois amigos que lutam pela sobrevivência num reformatório para jovens, num país e num tempo em que a cor da pele determina demasiado. 


Uma História de Espanha, de Arturo- Pérez Reverte 
Neste relato pessoal e irónico, o autor conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra que é também um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa. 


Quichotte, de Salman Rushdie
Tal como Cervantes escreveu Dom Quixote para satirizar a cultura do seu tempo, Rushdie transporta o leitor numa desvairada corrida através de um país à beira do colapso moral e espiritual. A busca do amor e um retrato divertido de uma época inigualável. 
Com uma capa exclusiva.

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