31 julho 2021
19:26
Agência Lusa

Tóquio2020: Dongmo e Mamona nas finais em dia decisivo no andebol e ténis de mesa

LESZEK SZYMANSKI / EPA
O ténis de mesa volta à ação com o concurso por equipas e a seleção masculina de andebol joga com o Japão o último jogo da fase de grupos.

As portuguesas Auriol Dongmo, no lançamento do peso, e Patrícia Mamona, no triplo salto, disputam hoje finais que podem dar mais medalhas a Portugal nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, em que andebol e ténis de mesa discutem o apuramento.

A seleção masculina de andebol, que está a fazer história enquanto primeira participante de uma modalidade coletiva oficial de pavilhão nos Jogos, disputa pelas 09h00 locais (01h00 de Lisboa) a quinta e última jornada da fase de grupos, ante o anfitrião Japão.

A seleção comandada por Paulo Pereira tem apenas uma vitória, ante o Bahrain (26-25), e vem de duas derrotas consecutivas, precisando dos dois pontos contra os nipónicos para avançar sem depender do resultado do jogo entre Bahrain e Egito.

Pelas 10h35 (02h35), no Estádio Nacional, Auriol Dongmo, campeã europeia em 2021 em pista coberta, procura dar seguimento à boa forma que tem demonstrado e fazer melhor do que no Rio2016, então ao serviço dos Camarões, quando foi 12.ª.

Dongmo, quinta no 'ranking' mundial e com 19,75 metros como melhor marca, é outra das esperanças lusas para uma possível medalha, com a comitiva a apresentar para já 'apenas' o bronze do judoca Jorge Fonseca, com o primeiro dia do mês de agosto a trazer ainda a continuidade da vela 470, com a sétima e oitava regatas para os irmãos Diogo Costa e Pedro Costa, em 12.º na tabela.

Ainda no atletismo, Ricardo dos Santos corre, pelas 10h45 (02h45), a qualificação dos 400 metros.

O ténis de mesa volta à ação, depois de concluídos os torneios individuais e de pares, com o concurso por equipas, e Portugal tem logo pela frente uma missão difícil, a partir das 19h30 (11h30), enfrentando a Alemanha nos oitavos de final.

Marcos Freitas, Tiago Apolónia e João Monteiro precisam de avançar para poderem, pelo menos, igualar o melhor desempenho, o quinto lugar em Londres2012, mas enfrentam uma das melhores seleções presentes.

A fechar o dia em Tóquio, ou ao final da manhã em Lisboa, estará o outro grande destaque do dia, a final do triplo salto feminino, na qual Patrícia Mamona, oitava no 'ranking' mundial, compete em busca de nova medalha de ouro em 2021, depois do título europeu conquistado em Torun, e do recorde nacional, que estabeleceu em 09 de julho, nos 14,66 metros.

Na prova enfrentará várias candidatas ao ouro, da colombiana Caterine Ibargüen à venezuelana Yulimar Rojas, de quem se espera que possa bater o recorde mundial, nos 15,50 metros e na posse da ucraniana Inessa Kravets desde 1995.

 

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